To infinity and beyond

Faz algumas semanas desde a última vez que atualizei o blog. Disse que ficaria duas ou três semanas sem escrever, mas acabei ficando mais de um mês. É verdade que parte da ausência se explica por problemas profissionais. Mas, nas semanas restantes, fiquei sem escrever por outras razões. Não é que não tivesse assunto. Pelo contrário. Tenho-os, e muitos. O problema reside, talvez, numa questão de prioridades.

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D’abord, on s’explique.

Tenho um desvio de afetividade. Porém, não me considero gay. Por que usar uma expressão e não a outra? Expliquei rapidamente a questão em meu primeiro post, mas ela é bem complicada e, portanto, gostaria de explicá-la melhor. Apenas uma ressalva: é muito mais fácil dizer “eu sou gay” do que “eu tenho um desvio de afetividade”. Então, for the sake of brevity, posso me referir a mim mesmo como gay. Mas, repito, não me considero gay. Por quê?

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Le début d’un temps nouveau.

Olá. Este é meu primeiro post. Por razões que devem ser claras à maioria dos leitores – e, se não o forem, podem me perguntar e eu explico -, escrevo neste blog com um pseudônimo: Mateus Silva. Um dia, quem sabe, escreverei com meu nome verdadeiro. Tenho mais ou menos 30 anos. Sou católico praticante. O que significa ser “católico praticante”? Não sei ao certo. É possível que alguns católicos não me considerem praticante. Em contrapartida, é possível que outros me considerem um católico fundamentalista. Tudo depende do ponto de vista. O certo é que vou à missa todos os domingos e, às vezes, durante a semana, ainda que não comungue sempre e ainda que passe semanas sem me confessar. Sou um pecador. Faço oração todos os dias. Rezo o terço algumas vezes por semana. Acredito na verdade e na razoabilidade da doutrina da Igreja Católica, inclusive no que diz respeito a sexo e relacionamentos.

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